Eu chego logo, eu prometo.
Eu vou encher tuas noites insones da certeza de uma aurora boreal âmbar. E mesmo quando a madrugada insistir em ser fria e silenciosa, eu faço você acreditar que o drama é vida e que tudo que é inteiro traz paz.
E aí, que na parceria desse nosso encontro, quando vc me perguntar a resposta da brisa do vento no meu rosto no dia em que vi a face de Dus soprando minha alma e preenchendo cada célula do meu corpo, eu penso em como consigo te traduzir o que há de mais intenso em mim.
Como?
O que nos toca a alma juntos?
Em tempos de vento que bagunça os cabelos e que nos faz suportar etapas findas, do teu lado eu sinto acreditar em nós.
Me espera, me da tua mão.
Vem...
Na rebarba do que te transborda, eu cato os resquícios e os restos dos teus medos, dos teus brinquedos, e atiro de volta nessa nossa estrada caminhada. Tudo que atiro flori num rompante, assim como milagre faz acontecer flor em pedra.
Me espera.
Queria ter cruzado teus olhos há tempos, no caminho do sorvete que eu costumava trilhar. Largaria meu celular e te convidaria pra sentar nesta caçamba, ver o pôr do sol por entre os galhos do ipêzinho rosa, em silêncio.
O silêncio entre nós éconfortável, não é?
Me acharia disfarçada em meus proprios sorrisos que insistem acontecer quando me perco nos teus olhos.
Mas você sabe aonde eu me acho real? Eu me encontro no teu olhar - esse, que é feito o meu, que é feito eu.
Fica sentado aqui comigo... você entende aonde eu quero chegar?
Eu nao quero chegar. Eu quero que isso tudo e que todo esse tanto não tenha fim.
Há algo mágico escondido aqui entre nós, no não dito, aonde a música nasce.
Escuta? Vc ouve o que eu ouço do alto do nosso encontro?
Aqui, no nosso olhar, acontece o encanto.
Lá vai o sol.
Sentados, sem perceber, neste sofá rasgado que hoje mora na nossa sweet caçamba, sentimos o som do âmbar renascer. Quantos filmes veremos neste sofá de veludo antigo? Quantas paisagens mudaremos neste quebra cabeça que percebemos vida?
Feliz constelação, amor nosso.
Vc diz que tudo recomeça na aurora boreal.
Te espero aqui agora, no descompasso dessa nossa dança que se faz ritmo e graça. Que traduz luz.
Há muito, ja era amor.
Eu vou encher tuas noites insones da certeza de uma aurora boreal âmbar. E mesmo quando a madrugada insistir em ser fria e silenciosa, eu faço você acreditar que o drama é vida e que tudo que é inteiro traz paz.
E aí, que na parceria desse nosso encontro, quando vc me perguntar a resposta da brisa do vento no meu rosto no dia em que vi a face de Dus soprando minha alma e preenchendo cada célula do meu corpo, eu penso em como consigo te traduzir o que há de mais intenso em mim.
Como?
O que nos toca a alma juntos?
Em tempos de vento que bagunça os cabelos e que nos faz suportar etapas findas, do teu lado eu sinto acreditar em nós.
Me espera, me da tua mão.
Vem...
Na rebarba do que te transborda, eu cato os resquícios e os restos dos teus medos, dos teus brinquedos, e atiro de volta nessa nossa estrada caminhada. Tudo que atiro flori num rompante, assim como milagre faz acontecer flor em pedra.
Me espera.
Queria ter cruzado teus olhos há tempos, no caminho do sorvete que eu costumava trilhar. Largaria meu celular e te convidaria pra sentar nesta caçamba, ver o pôr do sol por entre os galhos do ipêzinho rosa, em silêncio.
O silêncio entre nós éconfortável, não é?
Me acharia disfarçada em meus proprios sorrisos que insistem acontecer quando me perco nos teus olhos.
Mas você sabe aonde eu me acho real? Eu me encontro no teu olhar - esse, que é feito o meu, que é feito eu.
Fica sentado aqui comigo... você entende aonde eu quero chegar?
Eu nao quero chegar. Eu quero que isso tudo e que todo esse tanto não tenha fim.
Há algo mágico escondido aqui entre nós, no não dito, aonde a música nasce.
Escuta? Vc ouve o que eu ouço do alto do nosso encontro?
Aqui, no nosso olhar, acontece o encanto.
Lá vai o sol.
Sentados, sem perceber, neste sofá rasgado que hoje mora na nossa sweet caçamba, sentimos o som do âmbar renascer. Quantos filmes veremos neste sofá de veludo antigo? Quantas paisagens mudaremos neste quebra cabeça que percebemos vida?
Feliz constelação, amor nosso.
Vc diz que tudo recomeça na aurora boreal.
Te espero aqui agora, no descompasso dessa nossa dança que se faz ritmo e graça. Que traduz luz.
Há muito, ja era amor.

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