domingo, 21 de janeiro de 2018

Aurora

Ah...a madrugada!
Esta que me ataca, me embala.
A-BALA no peito que arde, me atira n'alma que névoa!
Ah... a incompreensão da noite que tudo pesa, nobre escuridão que acelera o silêncio que tanto prezo!

MENTIRA!
Esse silêncio que soa como fragmento da ordem que preciso.
PRECIOSO silêncio PRECISO.

Preço do ócio dos que cochilam à tarde - Venha tarde! engrandeça meu dia, te peço - porque sabe, tarde...: ainda és dia!
Em tempo; a hora mais escura do exílio da madrugada acontece justa - mente antes do início do amanhecer.
Princesa Aurora.
Precede a manhã, procede a luz, processa o dia, que assim seja. Padeço da sede do amanhã; Respiro; Me espera!
Mal começamos, meu amigo dia.
Sabrina e seu drama da madrugada que tudo pode, que tudo explode.
Pedaços de
S
ab
r I  N
a

Fragmentos de dia, tarde, noite e madrugada numa pessoa SÓ.

Filmagem:
Minha cabeceira com presente de avó - a pérola.
Disse ela que era como me via. E me entregou em mãos numa tarde de domingo.
(Saudades de te chamar, Meme, e de comer suas burecas, assim como Proust comia as Madeleines e descrevia através delas o gosto de uma vida. O gosto da infância. O tempo que não volta)

Presente de mãe- Abat jour cúpula flor, mãe, vc é luz. Não dou um passo sem vc nessa vida. Vc enfeita meu jardim. Vc e girassol que segue a luz do sol. Que se movimenta e se adapta com alegria à tudo que nos acontece.
Tiffanys pequenina ambar- presente de eu pra mim. Achei ela dançante, assim como Eu.
Flores sempre. Por vezes, quando secas, se tornam mais belas... Dont stop the music

Segue o som

Há música na criação de D'US.
Aquietei.
O som...
Deixei o céu louco de harmonia e paz.
Ele me devolveu o chamêgo em forma de vento.
Me senti infinitamente maior do que costumo, e quase nao devolvi o respiro do meu suspiro.
Devolvi o amor e evaporei na pedra.
Chovi a noite toda.
Foto- síntese.
E eu contemplo.
#Hateva

Don't stop the music

Ah...a madrugada!
Esta que me ataca, me embala.
A-BALA no peito que arde, me atira n'alma que névoa!
Ah... a incompreensão da noite que tudo pesa, nobre escuridão que acelera o silêncio que tanto prezo!

MENTIRA!
Esse silêncio que soa como fragmento da ordem que preciso.
PRECIOSO silêncio PRECISO.

Preço do ócio dos que cochilam à tarde - Venha tarde! engrandeça meu dia, te peço - porque sabe, tarde...: ainda és dia!
Em tempo; a hora mais escura do exílio da madrugada acontece justa - mente antes do início do amanhecer.
Princesa Aurora.
Precede a manhã, procede a luz, processa o dia, que assim seja. Padeço da sede do amanhã; Respiro; Me espera!
Mal começamos, meu amigo dia.
Sabrina e seu drama da madrugada que tudo pode, que tudo explode.
Pedaços de
S
ab
r I  N
a

Fragmentos de dia, tarde, noite e madrugada numa pessoa SÓ.

Filmagem:
Minha cabeceira com presente de avó - a pérola.
Disse ela que era como me via. E me entregou em mãos numa tarde de domingo.
(Saudades de te chamar, Meme, e de comer suas burecas, assim como Proust comia as Madeleines e descrevia através delas o gosto de uma vida. O gosto da infância. O tempo que não volta)

Presente de mãe- Abat jour cúpula flor, mãe, vc é luz. Não dou um passo sem vc nessa vida. Vc enfeita meu jardim. Vc e girassol que segue a luz do sol. Que se movimenta e se adapta com alegria à tudo que nos acontece.
Tiffanys pequenina ambar- presente de eu pra mim. Achei ela dançante, assim como Eu.
Flores sempre. Por vezes, quando secas, se tornam mais belas...

Ciodiriona

Sugeri ao meu mundo nova aparência, ao meu vocabulário, novo conceito - outra pronúncia.
Diante desse sol ardente, que ferve lava no vulcão que habita minh'alma, renuncio e refaço conceitos antes impostos, expostos por aí.
Porque temos olhos pra ver os astros e não braços dignos de alcançá-los? Porque quase nada precisa ser tangível ou ins-pira resposta.
A flor é uma flor, porque é.
Maior seria boiar no acaso das correntes sobre um mar de cristalinas chamas mornas.
Sede estranha.
Carrego nas costas o coração desfeito. Ele nao é exatamente pesado, mas frágil de des-pedaços. Ânsia louca, infinita vontade de soltar os des - pedaços trancados naquele cofre perfumado, onde se expandem presos esses fragmentos de coração conceito. E reconstruí-los como imagino os vestidos perfeitos que embalançam  ao vento, como pétalas.
O coração sente assim pq sim. Passa em meu olhar mundos inteiros e ao sentir tanto tão grande, julgo trazer em mim uma constelação de sonhos ainda intactos sob a nuance do que existe, talvez pelo prazer de destruir. E de reconstruir; Com outras peças, texturas - espaços, num país de ilusão que não escolhi por nao imaginar sequer existir. Mas existe, eu sei.
No coração onde habito, existe um lindo caos jardim. Plantei rosas nesse jardim que é muito nosso. Eu desafiei a anatomia da rosa e nelas, nas rosas do nosso jardim não nascem espinhos.
Pousa em mim uma sede de infinito mas eu sei que posso dormir e me permitir nao entender tudo e ainda despertar suspirando sendo Sabrina em um outro eu, que sequer conheço- Ainda.
A reconstrução demanda transpiração e estamos tecendo o desconhecer.
Rosas brancas despetalam dançando sobre o meu rosto, secas. Ave a tombar, asas feridas, penas de passaro, pétalas das rosas que um dia ganhei surpresa no doce poente que precede a primeira estrela.
E nessa noite de lua cheia que ilumina mais que sol, abre-se noite em mágico luar e amanhece em mim a vontade da prece sem hora e sem nome. A conversa que me propus dia desses, cara a cara com o desmistério que realizo D'us em mim.
Nao te deslumbrar ao brilho do Luar, doido coração! O céu ainda nem pensou em amanhecer nessa mágica tarefa do viver.
Secou...

Flor(indo)

A geografia divina das flores está no efêmero caminho do exercício que mora no meu viver.
Existe e germina no tamanho do vento que espalha semente e brota aqui no destino da minha mão nessa noite branca de céu úmido.
O amor acontece na travessia fértil da certeza suave e do silêncio confortável, mesmo que haja música.
Musica sempre. Ponto final no meio da frase. Recomeço.
Reencanto.
Recanto fértil, encantei nas flores colhidas que são processo. Processo do vento que espalha, dos pássaros que carregam, do olhar que insiste poesia o tempo todo.
Desatei nas flores que catei encanto e enfeitei meu jardim.
Cabeça de flor, coração de pétala, Pés de raiz, quebrando galhos.
Despetalada desperta
Ger - mina Sabrina,
Nessa madrugada escura e rosa choque.

11 de já neura/2000 e chai


Yoga lovers

"O Yoga não é para te tornar bonzinho e ter voz mansa. Não há Yoga sem revolução interna. Não há Yoga sem questionamentos. Não há Yoga sem mexer fundo nos relacionamentos. Às vezes, o Yoga não te torna calmo, mas furioso. Porque é o despertar da consciência. Às vezes, o Yoga traz o caos. E da fúria desse caos vem a renovação" Mumukshu.

Reflexo

E ao sentir respiro grande...ao ver-te assim, tão imensa doçura, amor meu, julgo trazer dentro de mim um pedaço de sinestesia que aquieta o susto desta mágica que acontece quando a tardinha cai...e os seus olhos suspiram meu desejo de ir até você, estender meus braços até sua grandiosa presença.  Por nao caber o abraço aconchego, me contento em levar minha mão à sua testa e sentir suas lágrimas refletirem minha imagem abismada. De abismo. Abismo traduzido em me encontrar sendo alvorada, já com noite posta.
Você me contou histórias e levei teu coração comigo. Guardo ele aqui e conto do amor que vi/senti aos poucos que despertam. Às borboletas tambem falo de ti, às pedras que massageiam meus pés quando conto ao rio da tua grandeza. Conto às estrelas das noites consteladas do encanto da tua Vitória. Dos que te protegem. Do Santuario...daquele portal.
Não quero minhas mãos vazias disso, meus sonhos perdidos nesta vasta ilusão cotidiana como névoa que se dissolve e desaparece.
Quero o peso de nuvens sobre o meu coração, e não de montanhas.
É por isso que te conto.  Que te lembro. Que te agradeço. Que canto teus olhos e declaro neste pedaço de espaço com poder de partilha que te enxergo por dentro
E muito mais do que isso: você me reparou em lágrimas, com teus olhos imersos na minha alma, por hora frágil, que os mais delicados  sonhos tecemos com amor.
Dedicado a cada milímetro das mais de 1 tonelada deste ser vivo que me reflete.
À Patrícia e ao Vitor, incansáveis mestres do amor e da força - vida longa.
À Rosmari, que tanto pediu pra que um texto saísse inspirado nesta foto durante este ano que passou...(esta foto aconteceu há mais de ano), e eu sempre respondia: "em boa hora"!
A hora chegou, aqui está.
Dedico esse relato à todas as pessoas que pude inspirar e que me inspiram veganismo. À todos que se transformaram e me transformaram, me inspiraram seguir.
Davi, Diego, Samantha, Vanessa, Lilia, Fernanda, Dani Zukerman, Nana Índigo, Rosmari, e tantas tantas tantas outras...
Até aos que me chamam de louca, por que são incentivo na jornada. Espero um dia andarmos de mãos dadas. (Continua nos comentários)