quinta-feira, 30 de junho de 2016

A Travessia.

Entre as coisas mais lindas que eu percebi, numa Riviera desses litorais, foi esta força que vem não sei d'onde.

Ela chega com uma onda e infinita-se assim...como que a respiração ansiosa da areia... querendo concha, sais, espuma e ar.

Infinitou em mim, e enfim...

Meu Mar se Abriu.

Pessach 2016.

"Havia no ar uma iminência de tempestade. O menino não percebia, mas um marinheiro teria temido. Era aquele minuto prévio de ansiedade em que parece que os elementos vão virar gente, e vamos assistir a misteriosa transfiguração do vento em aquilão. O mar vai ser oceano, as forças vão revelar-se vontades, e o que achamos ser coisa é alma. Vamos ver tudo isso. Donde o horror. A alma do homem teme esse confronto com a alma da natureza".

Vídeo: meu - Ilha Bela.


"O Homem que ri"- Victor Hugo.
Livro I- A Noite menos negra que o Homem.
Parte III - Solidão.


O fim de uma ditadura ou o começo da próxima....Sobre Dilma e suas pérolas.

Graças a D"us!
Quanto sofrimento eu sentia ao te ouvir maltratada, jogada na lábia,
sem ponto, sem vírgula,
errada, sem nexo!
Sem tempo, sem verbo, sem ação!
Que nossos ouvidos ouçam o renascer suave e claro de uma voz sã.
Vamos saudar a língua portuguesa, estocar nossas forças pro que vem pela frente. Sigamos retos e eretos! Afinal...somos todos Homo Sapiens👌🏻
E ponto final 🙌🏻
☘Última flor do Lácio, inculta e bela,
És, a um tempo, esplendor e sepultura:
Ouro nativo, que na ganga impura
A bruta mina entre os cascalhos vela...
Amo-te assim, desconhecida e obscura.
Tuba de alto clangor, lira singela,
Que tens o trom e o silvo da procela,
E o arrolo da saudade e da ternura!
Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,
Em que da voz materna ouvi: "meu filho!",
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O gênio sem ventura e o amor sem brilho!☘
Soneto "Língua Portuguesa" de Olavo Bilac❤