quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Para um fim, escrever é o meu melhor meio.


Definindo o Infinito

Eu acho assim : Que rezar não é um modo de vida, mas uma parada bem florida na nossa estrada diária, na trilha que a gente escolheu. É um momento de auto avaliação, de mim pra mim. Muito interno, muito meu. De mim pra mim - de mim pro mundo - de mim pra D'us. Rezar é um estado de concentração de todos os meus desejos e agradecimentos. Lógico que os níveis morais da minha jornada tem que andar no compasso das minhas orações! Uma coisa que eu não concebo é: Hipocrisia. A verdade quando carregada na alma é o segredo da felicidade...pelo menos da minha. Hineni Muchan Umezuman...
''Mas Ele que é infinito, no sentido mais absoluto, é capaz de transcender todos limites, incluindo os da própria transcendência. Ele pode ser encontrado nos movimentos mínimos do vento que move a grama, no grito faminto do corvo, no tamborilar frenético da chuva caindo sobre o telhado, mesmo na livre escolha dos seres humanos, e ainda assim permanecer inteiramente transcendente e indefinido por qualquer deles, o infinito pulsando dentro de um mundo finito. "Ele domina tudo", diz o Zohar, "mas nada tem domínio sobre Ele." O Baal Shem Tov elaboraria desta forma: "Ele abrange a natureza de cada coisa, embora nada O abranja nem O defina."

Incrivelmente MUITO eu.


Le Chat e L'oiseau


Prevert, pra inspirar os meios a serem inteiros, sempre.

CHAT ET L'OISEAU
Un village écoute désolé
Le chant d'un oiseau blessé
C'est le seul oiseau du village

Et c'est le seul chat du village
Qui l'a à moitié dévoré
Et l'oiseau cesse de chanter...

Le chat cesse de ronronner
Et de se lécher le museau
Et le village fait à l'ouseau
De merveilleuses funérailles
Et le chat qui est invité
Marche derrière le petit cercueil de paille
Où l'oiseau mort est allongé
Porté par une petite fille
Qui n'arrête pas de pleurer
Si j'avais su que cela te fasse tant de peine
Lui fit le chat
Je l'aurais mangé tout entier
Et puis je t'aurais raconté
Que je l'avais vu s'envoler
S'envoler jusqu'au au bout du monde
Là-bas où c'est tellement loin
Que jamis on n'en revient
Tu aurais eu moins de chagrin
Simplement de la tristesse
Et des regrets
Il ne faut jamais faire
Le choses à moitié
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Camões presenteando domingo

"Que dias há que n'alma me tem posto um não sei quê, que nasce não sei donde, vem não sei como, e dói não sei porquê"

Camões, 1520. 


 Nota: Já doía naquele tempo - vejam vcs - não é de hoje que a coisa dói, não sei porquê. Cousas de domingo.
Música de fundo: um fado daqueles...lusitano azulejo motivos azuis.

Meu problema com o óbvio.

O essencial, sendo necessário, está sempre certo e não pode faltar. O essencial é imprescindivelmente fundamental - E isso é óbvio.

Opa!

 
 
 
 
 
Opa Opa, atenção pessoal para o RAMBAM de ontem -Proibição Divina de Bisbilhotar: Esta proibição Divina esta impressa em Suas palavras (Louvado Seja!) : "Não andarás com mexericos entre o teu povo". Além disso: NÃO SE VINGAR UM DO OUTRO e NAO GUARDAR RANCOR.
Fonte: Sefer hamitzvot do RAMBAM - 613 mandamentos, reordenado de acordo com o Mishnê Torah.
Ficaadica

Tudo ao mesmo tempo agora






Como faz pra desligar a musica interna, quando a alma é'' multinstrumental''? Como faz quando o pé reage ao samba e a valsa na mesma intensidade? Como faz quando acontece tudo ao mesmo tempo agora e o descompasso dessa dança se transforma em extra sístole?

Simples: DANÇA!

Me Julguem!

De tão belas e perfeitas, boas de se tocar e de se ver, tenho ganas de comer as capas dos livros editados pela Cosac Naify. O recheio deixo para alimentar minh"alma, vai...

Um adendo: Lamentável saber que existem pessoas que se vangloriam em tolher do outro toda e qualquer forma /possibilidade de leitura, arte e cultura.
Triste!



Um trecho de brinde, sobre o assunto citado acima 💜

“Para entreter curiosidades, o velho Alfredo oferecia livros ao menino e convencia-o de que ler seria fundamental para a saúde. Ensinava-lhe que era uma pena a falta de leitura não se converter numa doença, algo como um mal que pusesse os preguiçosos a morrer. Imaginava que um não leitor ia ao médico e o médico o observava e dizia: você tem o colesterol a matá-lo, se continuar assim não se salva. E o médico perguntava: tem abusado dos fritos, dos ovos, você tem lido o suficiente. O paciente respondia: não, senhor doutor, há quase um ano que não leio um livro, não gosto muito e dá-me preguiça. Então, o médico acrescentava: ah, fique pois sabendo que você ou lê urgentemente um bom romance, ou então vemo-nos no seu seu funeral dentro de poucas semanas. O caixão fechava-se com um livro.”