terça-feira, 8 de outubro de 2013

Casulo

Que noite...
habitei o meu nome
e senti a devastação 
de simplesmente...
Não existir
Golpes de vento para melhor respirar 
como se a casa quisesse subir aos mais altos astros
porque habitada de escuros sentidos
liberto um fio tecido pela aranha do sonho.
Tua Teia


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